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CRÔNICO

LUIZ PEAZÊ

A verdadeira história da crônica, reunindo neste livro definições e colaborações de cronistas consagrados no Brasil como José de Alencar, Machado de Assis, Moacyr Scliar, Artur da Távola, Carlos Eduardo Novaes, Walter Galvani entre outros.

O CRÔNICO também traz curiosidades, uma coletânea comemorativa de Nas Esquinas do Rio, de Luís Peazê, crônicas dedicadas ao jornalismo e "três crônicas inéditas, que deveriam ser contos", reunidas em O DIÁLOGO de Verissimo pai com Verissimo filho. Mais informações em
www.clinicaliteraria.com.br


EU... VÍTIMA DE ASSÉDIO MORAL

ROSANGELA ANTUNES

“Do vazio imenso em que se transforma nossa vida, do não mais pertencermos a nada, do não direito a se ter à dignidade de um trabalho que nos foi abruptamente tirado por alguém que não tendo conhecimento de suas próprias limitações e conflitos internos, nos aniquilou, deixando apenas uma ”vida” sem vida. Um corpo sem vida. O assassinato perfeito”.

Tomar conhecimento desse estado psíquico para um assediado, é reconhecer o próprio fracasso na condução de um destino que teve suas linhas alteradas por alguém que se considerou dono de toda a verdade. Verdade imposta por ele e introjetada na vítima. O não saber onde esta a verdade de cada ato, o se sentir culpado por tudo, ainda que nada de errado tenha feito.

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NÁUFRAGO DA UTOPIA

Vencer ou morrer na guerrilha.
Aos 18 anos

CELSO LUNGARETTI

Editora Geração Editorial
304 PÁGINAS
R$ 39,00

Celso Lungaretti, apontado durante 34 anos como delator e renegado pela esquerda armada dos anos 70, revela em livro a tragédia dos jovens numa guerra de adultos.

Celso Lungaretti era um dos mais jovens dirigentes de uma organização guerrilheira de luta armada contra a ditadura militar, no final dos anos 60 e início dos 70, quando foi preso e barbaramente torturado.

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CONTRIBUIÇÃO DE INTERVENÇÃO ECONÔMICA

TÁCIO LACERDA GAMA

303 páginas
Editora: Quartier Latin
Ano de publicação: 2003
Categoria: Direito Tributário

O tema da competência para a instituição das contribuições de intervenção no domínio

econômico é precisamente o objeto deste livro, do jovem e já ilustre professor tácio lacerda gama. Desenvolvendo trabalho metódico, com a força e o rigor de um "constructivismo lógico-semântico" conduzindo no melhor estilo, o autor revela a consciência de quem, deliberadamente, declara e adota um modelo específico de pesquisa, deixando fluir o pensamento ao longo de eixo definido, amarrando os conceitos e associando-os para imprimir-lhes teor de determinação mais intensa do que a encontrada nos textos conhecidos da ciência jurídica. Na evolução do seu raciocínio, vai circunscrevendo, discretamente, o conteúdo pretendido mediante aproximações sucessivas, servindo-se das premissas que indicou no início do trabalho, ao apropriar-se de proposições fundamentais da teoria geral do direito. Essa estratégia lhe permite chegar a conclusões consistentes, contribuindo de maneira decisiva para o aprofundamento do assunto. Paulo de barros carvalho.'


A DOMINAÇÃO DO TERCEIRO MUNDO

Langstain Almeida

“A dominação do Terceiro Mundo mergulha na essência da natureza humana. Analisa os sentimentos, o caráter, os interesses e a ideologia por trás do domínio político no mundo contemporâneo. Em linhas gerais é um livro sobre as forças que conduzem o destino dos homens em sua sociedade. O leitor logo perceberá a universalidade da obra por sua vinculação com a espoliação dos países do Terceiro Mundo pelas elites econômico-financeiras do Primeiro Mundo. A necessidade de garantir a democracia material figura na obra literária como uma exigência universal. (...)

O autor faz uso de um curioso recurso para definir a posição político-econômica e o caráter dos personagens. Os nomes destes são sempre definidos através de um mesmo sufixo, segundo sejam membros do baixo ou ato escalão militar, da elite econômica ou dos segmentos sociais que lutam pela libertação política e econômica do Terceiro Mundo. Dessa forma, Langstain cria uma bem delimitada identidade ideológica para todos os personagens do livro, não deixando dúvidas acerca do envolvimento e do papel que eles ocupam no desenrolar dos acontecimentos. Diferentemente de outros gêneros literários, o romance de combate pretende definir de forma bastante clara o juízo que o autor faz acerca de cada personagem e de cada um dos fatos em que eles se envolvem buscando sempre a realização do bem-estar dos povos.

(...) A dominação do Terceiro Mundo é antes de tudo uma obra de combate; é um grito de protesto contra o sistema de domínio que tem explorado geração após geração os povos meridionais. No plano objetivo supera o próprio Manifesto Comunista de Marx e Engels porque aponta caminhos. Oferece alternativas econômicas e políticas que devem ser compreendidas pelos povos e julgadas pela história. Afinal, o destino das grandes obras é perdurar e alterar os destinos da humanidade.” (Do prefácio de Agassiz Almeida Filho)

A Editora Alfa-Omega sente-se honrada em estar mais uma vez contribuindo para que temas tão relevantes sejam colocados em discussão.


GLOBALIZAÇÃO X DESENVOLVIMENTO

Prof. Adriano Benayon

Gênero: Ensaio - Economia - Política - Brasil Formato: 14 X 21 cm. Nº de páginas: 336

Esta obra destina-se aos que se interessam pelo Brasil. Mostra a urgência de o País livrar-se do atual modelo econômico para tornar-se seguro e próspero. Os temas abrangem Economia, Desenvolvimento, Tecnologia, Ciência Política, História e Relações Internacionais.

Adriano Benayon demonstra como e por que se desenvolveram os países que são hoje centros mundiais e sedes de grandes empresas transnacionais: Inglaterra, nos séculos XVII e XVIII; EUA e Alemanha, no final do século XIX; Japão, no século XX. Em todos, foi essencial a base cultural e a interação entre o Estado e o capital nacional.

O autor mostra que o único desenvolvimento possível é o autônomo e que esse exige desvincular-se de potências hegemônicas e do livre-fluxo de capitais. Aponta limitações do socialismo e como a concentração capitalista desemboca no imperialismo. Conclui que a via do progresso passa pela firme condução, pelo Estado, da estrutura produtiva, formada por estatais importantes e por um setor privado subordinado a uma real economia de mercado, a qual não se confunde com o capitalismo.

Adriano Benayon descreve quinze mecanismos de que se servem as empresas transnacionais para transferir ao exterior os ganhos obtidos no Brasil e para não pagar impostos sobre a renda. Assim, por meio dos investimentos diretos estrangeiros, os centros capitalistas apropriam-se dos recursos das periferias, sem resultados para estas senão o empobrecimento.

A globalização torna livres os movimentos de capitais, radicalizando o modelo dependente, imposto ao Brasil, à Argentina e ao México, por pressões e intervenções externas. Resultado: apesar dos magníficos potenciais desses países, seus povos sobrevivem na pobreza, superada em países com potencial limitadíssimo. A diferença está na política econômica e industrial. Alguns tigres asiáticos reservaram seus mercados para o capital nacional e, desse modo, atingiram o patamar dos países de alta renda, embora tivessem a mais baixa do planeta nos anos 60.

O autor discute, ademais, as teorias da dependência, da qual se conclui não haver "desenvolvimento dependente". A obra com uma síntese sobre a devastação que está sendo produzida no Brasil pelo modelo neocolonial.

Sobre o autor:

Adriano Benayon é doutor em Economia pela Universidade De Hamburgo (Alemanha) e Bacharel em Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro-UFRJ. Foi Professor da Universidade de Brasília, diplomata de carreira, consultor legislativo da Câmara dos Deputados e, depois, do Senado Federal, na área de Economia, aprovado em primeiro lugar nos dois concursos.