| Ano IV, Nº 303 - 30 de dezembro de 2011 a 6 de janeiro de 2012 |
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O JUDICIÁRIO FORA DA LEI A decisão do ministro Marco Aurélio Mello suspendendo atribuições do CNJ tem cheiro de Gilmar Mendes e viola princípios legais. Foi tomada após o início do recesso do Poder Judiciário, o que a torna nula. Pior foi a seqüência, outra decisão, que suspendeu uma investigação sobre ministros, desembargadores e juízes suspeitos de práticas ilícitas. |
Protagonismo brasileiro Brasileiros creem em escassez de água e ataques estrangeiros à Amazônia até 2050 Os números mostram que a população está mais atenta a temas ligados às riquezas do país |
Pico petrolífero máximo Diminuem as reservas mundiais de petróleo, mas não aparece o substituto |
Crescimento econômico Os anos 1970 estão de volta! O governo brasileiro segue hoje o mesmo tipo de política econômica desastrosa que adotou há quatro décadas. |
Entrevista: Dal Marcondes "População não detém conhecimento sobre questões agrícola e ambiental" |
Reciclagem O caminho para o primeiro mundo passa pelo lixo |
Desenvolvimento Sociedade civil debate na ONU papel que quer ter na Rio+20 |
Clima Para onde vamos só com boas intenções? |
aa Solidariedade é a chave das metas do milênio |
Excesso de neve Mudanças climáticas ameaçam renas na Lapônia |
Pepe escobar A águia, o urso e o dragão Celebremos o fim de 2011 com uma fábula |
Maria Regina Canhos Uma reflexão sobre o relato de Viktor Frankl |
Infância Crianças deixam de acreditar no Papai Noel por conta própria |
Em teste Mutação genética para curar a hemofilia B |
Prevenção do câncer Uso da pílula por freiras para fins terapêuticos levanta polêmica |
Saúde Intolerância ao glúten pode levar ao aborto durante gestação |
Tabagismo dois em cada três pacientes com aneurisma são fumantes |
Pesquisa Jogadores de futebol têm deficiências na alimentação |
Educação Portfólios são ferramentas que podem melhorar o ensino |
China À espera do novo governo e das grandes reformas |
Entrevista: Immanuel Wallerstein O tempo em que podemos mudar o mundo O capitalismo está condenado: resta saber o que irá substituí-lo. |
Luiz Mendonça "O que aprendi com a crise econômica" |
Desaceleração Crise europeia contamina América Latina e Caribe |
aa EUA contra a Coréia do Norte: Quem são os demônios? |
MK Bhadrakumar Há mundo, depois da guerra no Afeganistão! |
Sandra González Mídias sociais nos protestos: há "recrutadores" e "espalhadores" |
Renata Carone Rebatendo as dúvidas do português |
Conto O Cachorro e os Cães, um conto de Jádson Barros Neves |
INácio Dantas Natal, Ano Novo, momento de reflexão Cristã! |
Sebastian Ramos Magistratura brasileira sub judice |
Claudia Roberta Ozorio Nossa correspondente no Chile fala sobre o belo deste pais Foto: Torres del Paine |
Países da zona do euro concordam em injetam 150 bi no FMI |
PT aproxima-se de jornais regionais, que crescem com verba federal |
Stedile cobra do governo plano para os 160 mil sem- terra no país |
Não existe lugar do mundo onde o capitalismo sobreviva sem corrupção |
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Em breve o PINGUIM DA RUA DO MEIO, livro do editor José Milbs sobre as infâncias e histórias da Região de Petróleo. Aguardem! |
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editorial
O CAPITALISMO NOS OBRIGA A FLERTAR COM A MORTE É de Norman O. Brown a tese de que o capitalismo, em sua fase terminal, tornou-se agente da destruição da humanidade. O. Brown dissecou com ferramentas freudianas, exaustivamente, as características que o vampiro assume em sua sobrevida artificial, concluindo que ele cataliza as energias destrutivas dos homens, voltando-as contra eles.
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opinião
POR FAVOR, ALGUÉM ABRA A PORTA PARA DILMA
Dilma Roussef termina o ano sem ter conseguido entrar em todas as dependências do Planalto, muitas delas essenciais. A presidente é petista, mas pensa como tucana, age como tucana e não tem a menor idéia de para onde vai. Sobrevive das políticas sociais do governo Lula - que são compensatórias ainda que importantes e seriam muito mais se associadas a formação política - e acha mesmo que somos mais fortes que o Reino Unido.
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pelo mundo
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