Dia desses li que Takemasa Moriya foi condenado. Vai amargar dois anos e meio em uma das prisões japonesas. O crime dele: aceitar propina e mentir perante o Parlamento. Moriya, atualmente com 65 anos, foi Vice-Ministro da Defesa do Japão.
Quando no exercício do cargo, Moriya aceitou de Motonobu Miyazaki, um executivo da empresa Yamada, que tinha contratos com o Ministério da Defesa, três viagens para jogar golfe. Estes três passeios, incluindo passagens e estadia, custaram em torno de R$ 77 mil. Ele ganhou ainda 108 convites para jogar golfe em um clube, válidos por um dia.
Já lá se vão seis anos que tenho um mandado de segurança (nº 0022638-94-2007.3.00.0000) se arrastando, inconcluso, no Superior Tribunal de Justiça. E, no próximo sábado (23), vão se completar dois anos desde o julgamento do mérito da questão, quando venci por 9x0. Mesmo assim, a justiça não foi feita até agora.
"Mas, o que há de tão aberrante no seu caso, se a morosidade é marca registrada do Judiciário brasileiro?" --poderão indagar os leitores.
Então, peço a todos um pouco de paciência com o relato pormenorizado que apresentarei em seguida, pois vai caracterizar algo ainda mais grave do que a mera letargia burocrática.
Quando as relações pai e filho são amistosas boas energias irradiam no seio do lar. Em comunhão com o amor, vivem em bom redemoinho vibracional, propiciando paz, alegria e felicidade familiar.
1.Uma conversa com o filho
Pai, se o tempo é precioso para você, ao lado do seu filho será ainda mais. Dedique alguns minutos desse tempo e dialogue com ele, abra-se como se estivesse conversando com o seu maior amigo. Com certeza ele o é. Ouça-o, sem reservas. Deixe-o falar, mesmo coisas sem sentido. Corrija-o sem impostar a voz; faça-o em tom amistoso para que ele assimile, se desiniba e aperfeiçoe seu português.
Logo que surgiram as primeiras especulações sobre quem integraria a Comissão Nacional da Verdade, dando como favas contadas que a presidente Dilma Rousseff honraria a INCONCEBÍVEL, INACEITÁVEL e DESONROSA promessa feita à bancada evangélica no Congresso, de não indicar nenhuma vítima direta da --militante torturado(a) pela-- ditadura de 1964/85, lancei minha anticandidatura, primeiramente como forma de protesto.
NUNCA ADMITIMOS SER IGUALADOS AOS NOSSOS ALGOZES, que tentam justificar suas atrocidades com a desconversa de que os dois lados cometeram excessos. E o veto tanto aos criminosos da ditadura quanto aos antigos resistentes significava exatamente isto, a presunção de que ambos seriam identicamente inconfiáveis.
Ela se relacionava com homens de forma virtual. Um de cada vez na maioria das vezes, outras dois ou três. Eles falavam de tudo: livros, música, viagens, seus hobbies, a família... as dores e amores do passado... Iam criando aquele tipo de intimidade superficial.. sabiam muito um do outro, mas nada sabiam na verdade... Ela poderia estar mentindo, ele poderia estar mentindo.. No entanto, decidira que isso não importava, naquele momento, ela e ele eram um par, com as mesmas necessidades, sonhos e talvez mentiras...
1.Brigas? Afaste-se delas. Paz. Abrace essa ideia!
Há pessoas que diante de qualquer insatisfação desata palavrões para todos os lados. Traz a mente inquieta, a boca cheia de insídias. Por qualquer contrariedade ergue a voz e os braços para a briga... Assim, se for o caso de você se enervar, cuidado. E se estiver diante de alguém nervoso, afaste-se.
Cada um de nós, embora sob o teto do mesmo dia, vive emoções um diferente do outro. Alguns, “pavio curto”, perdem o controle feito um trem que descarrila, culpa o mundo e a reação vem em forma de agressividade.
Novamente São Paulo é o palco escolhido para uma FLAGRANTE PROVOCAÇÃO contra o movimento estudantil, que parece ter tudo a ver com a sequência de descalabros e arbitrariedades cometidos pelos sucessivos governo tucanos no Estado.
Estou inteiramente solidário aos bravos estudantes da Universidade de São Paulo, que têm reagido até com timidez e comedimento à escalada autoritária em curso --a qual, em tudo e por tudo, faz lembrar os infames tempos da ditadura militar.
As coisas não teriam chegado a este ponto se a OCUPAÇÃO MILITAR DA USP houvesse sido firmemente repudiada por todas as forças de esquerda. A reação tíbia à INVASÃO BÁRBARA da Cidade Universitária estimulou os nostálgicos do arbítrio a radicalizarem ainda mais seus desmandos, que atingiram o auge no Pinheirinho; e, como subproduto, temos agora uma INÍQUA E INACEITÁVEL TENTATIVA DE INTIMIDAÇÃO EXTREMA AOS USPIANOS.
Tudo começou com este tópico da colunista social da Folha de S. Paulo, Mônica Bergamo, em 09/01/2013:
Segundo Suplicy, Battisti está se instalando na capital paulista porque, em breve, deve assumir "algum compromisso profissional" na CUT (Central Única dos Trabalhadores). A assessoria da entidade diz desconhecer a informação.
Dois dias depois, o jornalista Cláudio Humberto, que foi porta-voz presidencial durante o governo de Fernando Collor e mantém uma coluna de viés direitista, reproduzida por vários jornais brasileiros, reforçou:
Presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, acertou todos os detalhes com o advogado do terrorista italiano Cesare Battisti, Luiz Eduardo Greenhalgh, para empregá-lo como assessor internacional da Central. Segundo o senador Eduardo Suplicy (PT-SP), Battisti assumirá o cargo por falar inglês, espanhol, português, francês e italiano e “ter vasto conhecimento” sobre temas de interesse da CUT.
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