
O palco da primeira agressão imperialista no ano de 2013 é o Mali, república africana que se soma assim ao Afeganistão, Iraque, Líbia, Síria e outros países transformados em fronts das guerras movidas pelas potências capitalistas sob a bandeira não hasteada da repartilha do mundo, tendo em vista a profunda crise estrutural que corrói inexoravelmente o grande capital monopolista.
A bandeira que se hasteia para fazer sombra aos reais motivos das "intervenções" imperialistas mundo afora é a do combate ao "terrorismo" ou a do combate ao tráfico de drogas — ou ambas, como no caso do Mali.
Ainda que se deixem de lado notícias acerca da área do clima, parecem cada vez mais inquietantes as novas análises sobre dramas que o mundo enfrentará nas próximas décadas. Pode-se começar pela própria Organização das Nações Unidas (ONU), que já não menciona apenas a previsão de que chegaremos a 9 bilhões de pessoas – 2 bilhões mais que hoje – em 2050; agora prevê 9,5 bilhões em 2075. E os relatórios acentuam que, embora 40% da humanidade viva abaixo da linha da pobreza (US$ 2 por dia), entre 30% e 50% dos alimentos produzidos (1,2 bilhão a 2 bilhões de toneladas) podem “ir parar no lixo”. De acordo com a organização Global Food, isso se deve a más práticas em transporte, armazenamento, compras desnecessárias, prazos de validade rigorosos. E implica desperdício de áreas para agricultura, água e energia.
Paris – “A unidade da Europa era o sonho de uns poucos. Tornou-se uma esperança para muitos. Hoje é uma necessidade para todos nós”. A frase do ex-chanceler alemão Konrad Adenauer tem um lugar na história. Foi pronunciada dez anos antes de a França e a Alemanha firmarem em 22 de janeiro de 1963 o tratado de cooperação franco-alemão conhecido como “Tratado do Eliseu”. Esse texto marca um passo definitivo para a reconciliação entre Paris e Berlim e reforçou a construção europeia.Faz exatos 70 anos. No dia 31 de janeiro de 1943, o marechal Friedrich Von Paulus, comandante do VI Exército alemão, comunicava sua capitulação incondicional ao general Vassili Chuikov, comandante do Exército Vermelho em Stalingrado.
Estava encerrada a mais feroz, a mais encarniçada, a mais renhida e sangrenta, a mais comovente, a mais obstinada e violenta, a mais cruenta e impetuosa das batalhas militares que a História da humanidade conheceu.
Estava quebrada a espinha dorsal da poderosa máquina de guerra nazista e do Terceiro Reich. A Segunda Guerra Mundial sofria, naquele momento, dramática guinada.
O mundo observa, e a classe política francesa parece unanimemente de acordo quanto ao início de uma intervenção militar ao norte do Mali contra os “islamistas”, “jihadistas”, “extremistas”. Nada a criticar por o governo ter-se engajado sozinho, mas a decisão de iniciar ação militar foi considerada “justa”. O presidente francês, François Hollande, que parecia perdido no coração de governo confuso e desorientado, aplica belo polimento ao brasão e reconstrói para si a imagem de homem de Estado, de chefe de guerra, que quer “destruir o inimigo”, “impedi-lo de avançar”. E assim a França vê luzir no norte do Mali, afinal, a imagem de um presidente firme, forte, determinado, instalado em Paris.
É preciso começar pelo começo e assumir posição clara. A ideologia e as práticas das redes, grupos e grupúsculos de salafistas jihadistas e extremistas devem ser condenadas com absoluta firmeza. O modo como compreendem o Islã, o modo odioso como instrumentalizam a religião é abominável, os castigos físicos e corporais são absolutamente inaceitáveis.
Agora já é informação oficial – emitida pela boca do leão, Comandante do Estado-Maior dos Comandantes das Forças Armadas dos EUA, general Martin Dempsey, e devidamente postado no site do AFRICOM, braço africano armado do Pentágono.

Cada vez que escuto algum dirigente árabe dizer ao povo "Vamos Varrer israel do mapa" ou "vamos jogar os judeus no mar", sinto um forte cheiro de sangue e de mofo no ar. Desde os anos cinquenta, desde minha primeira infância, escutei sucessivos dirigentes repetirem a frase. A última vez que me aterrorizei foi em 1967 e tinha dezessete anos. Os paises árabes que cercavam Israel prometiam uma derrota militar sem precedentes na história. Tomaram uma tunda e em seis dias Israel, conquistou o Sinai, subiu o Golan e recuperou Jerusalém, até então controlada pela Jordânia.
Para um dos maiores especialistas mundiais em militantes islamistas no Saara, a crise dos reféns na Argélia pode ter sido “serviço interno”, aprovado pelos serviços de inteligência da Argélia, que acabou dando errado.
O professor Jeremy Keenan da Escola de Estudos Orientais e Africanos, disse ao The Huffington Post na Inglaterra, que o Batalhão “Assinado em sangue” de Mokhtar Belmokhtar sempre manteve laços muito próximos com os serviços secretos da Argélia, apesar de Belmokhtar ter sido oficialmente “condenado à morte”, in absentia, naquele país.
Para o professor Keenan, é “quase impossível” que militantes armados atravessassem, sem serem vistos, os quase 2.000 quilômetros de deserto, se não tivessem autorização tácita para avançar.

Nova York, Estados Unidos, 22/1/2013 – A Ásia pretende dar um salto em matéria de integração econômica regional na próxima década, seguindo a estratégia de cooperação Sul-Sul impulsionada pela Organização das Nações Unidas (ONU). A Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean), de dez membros, e a Associação da Ásia Meridional para a Cooperação Econômica (Saarc), de oito, lideram a ambiciosa iniciativa de fortalecer o comércio e os vínculos econômicos em suas respectivas regiões.
ai ta doendo o dente nao comsigo dor mi a noite
caraca tayane volta p escola filha por favoor kkkkk![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() |
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