
Se estresse e tristeza são sentimentos que volta e meia aparecem em sua vida, talvez tudo que você precisa seja se mudar para um lugar mais “verde”. Um estudo produzido pelo Centro Europeu para Meio Ambiente e Saúde Humana, publicado em abril, constata que quem mora próximo da natureza tem mais qualidade de vida e, portanto, são mais felizes, do que quem mora nas grandes cidades.
A pesquisa foi baseada em dados de mais de 10 mil pessoas que se mudaram para áreas verdes, coletados entre 1991 e 2008.

Especialistas usam a calculadora de CO2. É possível fazer a conta para qualquer atividade, e já tem quem faça isso.
Em tempos de aquecimento global, plantar árvores passou a ser um bom negócio, principalmente para quem quer compensar os gases de efeito estufa emitidos nas mais diferentes atividades do dia a dia.
Você já se deu conta de que quase tudo o que a gente faz resulta na emissão de gases de efeito estufa? Principalmente o tal do dióxido de carbono, mais conhecido como CO2.
Um carro flex, com motor 1.4, que roda 100 quilômetros por mês, emite 110 quilos de CO2. Uma ponte aérea São Paulo – Rio de Janeiro, ida e volta, é rapidinha, mas lá se vão 130 quilos de gás carbônico por pessoa.
Brasília – O desmatamento e a degradação de florestas na Amazônia atingiram uma área de quase 175 quilômetros quadrados (km²) nos meses de março e abril deste ano. O levantamento de alertas foi divulgado hoje (6) pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), responsável pelo Sistema de Detecção de Desmatamentos em Tempo Real, conhecido como Deter. No mesmo período de 2012, o sistema detectou desmatamento de 292 km² – quase o dobro da área identificada este ano.

Apenas 37% das companhias estariam apresentando seus dados de forma completa e somente 21% são verificadas externamente, afirma uma avaliação da Environmental Investment Organization.
Atualmente, é cada vez mais comum que firmas dos mais variados setores façam relatórios sobre sua pegada ambiental e suas emissões de carbono; seja por vontade própria ou pressão dos clientes, as empresas mostram ter cada vez mais consciência das consequências que suas ações têm para o clima.

Na coletiva de imprensa realizada nesta segunda-feira para apresentar os dados do desmatamento na Amazônia para março e abril, o governo voltou a se dizer confiante de que o Brasil vai zerar a tendência de aumento da destruição florestal até julho deste ano. No entanto, no acumulado de agosto de 2012 a abril de 2013, o que vemos é um aumento de 15% em comparação com o mesmo período do ano anterior.
Os índices do DETER, o sistema de detecção que indica a tendência do desmatamento no país, mostraram que as áreas de alerta de desmatamento e degradação somaram mais 175 quilômetros quadrados – área equivalente a 25 mil campos de futebol de floresta – somente nos últimos dois meses.
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O Leitor escreve