CONSIDERAÇÕES SOBRE O PSICODIAGNÓSTICO

Tania Montandon

NA CLÍNICA

O diagnóstico é possível através das entrevistas diagnósticas. A palavra entrevista deriva do francês entrevue, que provém do latim videre, que significa ver. O dicionário da Real Academia Espanhola define como vista, concorrência e conferência de duas ou mais pessoas em um lugar determinado, para tratar de resolver um negócio. A palavra diagnóstico origina-se do grego diagnõstikós e significa discernimento, faculdade de conhecer, de ver através de.


Existem quatro tipos de entrevista:

- Fechada: O entrevistador não pode alterar as perguntas e a ordem como é apresentada ao entrevistado;

- Aberta: O entrevistador improvisa, dirige e intervém segundo as necessidades;

- Semi-dirigida: É a mistura das duas primeiras, onde o entrevistador dispõe de uma certa liberdade no interrogatório, mas tem que cumprir outras normas;

- Livre: Interroga-se deixando que o entrevistado nos informe livremente, sem nossa intervenção, a não ser para dar-lhe a norma técnica inicial.

Toda análise e previsão da conduta humana envolve uma atribuição do significado aos fatos comportamentais. É preciso categorizá-los em termos de determinados conceitos, que traduzem nexos subjacentes. Há uma cisão entre o que se descreve em linguagem científica e o que se observa experimentalmente.

A atribuição da significação ao sujeito constitui um retorno a problemas que haviam permanecido circunscritos. O significado por nós atribuído a cada ato e momento de nossa existência é mais importante para entender nossas decisões, cognições, emoções, nossas atividades psíquicas do que a mera força de hábitos estereotipadamente adquiridos.

O comportamento, não sendo amorfo, mas dotado de sentido próprio, não pode mais ser tratado como qualquer outra “matéria” do conhecimento, sujeita à nossa intuição. É preciso fundamentar-se na inteligência da significação do comportamento.

A afirmação de Piaget “Não se sabe a priori se as estruturas pertencem ao homem, à natureza ou aos dois” aplica-se ao fenômeno físico em relação ao qual não sabemos até que ponto a natureza da causalidade vincula-se aos processos dedutivos decorrentes das estruturas lógico-matemáticas que introduzimos em sua descrição. Essa dúvida dissipa-se na Biologia, onde o dado observável não depende da percepção dos fatos, mas da ação dirigida por outro ser vivo. Essa ação passa a ser o núcleo da observação em Psicologia.

Diagnóstico e prognóstico colhem o papel estruturador do comportamento próprio de cada nível e de cada linguagem, captando a riqueza informacional que suscita em torno do sujeito e permite compreender as bases de sua conduta.

A enfermidade do indivíduo desenvolveu-se em um ambiente familiar determinado. Assim, deve-se conhecer as reações do paciente ante sua enfermidade e suas implicações na dinâmica da família como fonte de informação valiosa, tanto para o diagnóstico psicológico como para o tratamento. Entre as reações está o sentimento de culpa, principalmente quando se trata de perturbações emocionais.

A aceitação, a negação ou o rechaço da enfermidade da pessoa por parte de seu ambiente, em grande parte, estão mobilizados pelos sentimentos de culpa das pessoas de seu núcleo familiar.

Quando o paciente é uma criança, geralmente os sentimentos de culpa dos pais estão na superfície da consciência. Nos adultos, costuma-se ocorrer o mesmo de forma mascarada.
 
Na Psicanálise, a relação psicólogo-paciente enfatiza que o paciente transfere ao psicólogo conteúdos inconscientes de sua vida mental infantil e o psicólogo é mobilizado em suas fantasias e angústias primitivas. As transferências e contratransferências são utilizadas em prol da compreensão diagnóstica.

As atividades clínicas do profissional devem ser empreendidas com o mínimo de interferência de suas teorias sobre sua capacidade de observar e captar os fatos relevantes.

O diagnóstico deve delimitar graus de integração da personalidade, diferenciando neuróticos, psicóticos e pervertidos.

A descrição de características de como o indivíduo se vincula e suas defesas e ansiedades predominantes deve permitir referir o caso individual aos quadros nosográficos ou às estruturas de personalidade subjacentes.

Formulam-se indicadores que permitem determinar a incidência da história de vida no estado atual da personalidade, integrando os comportamentos do sujeito, suas queixas, sintomas com o material oriundo das técnicas projetivas.

O diagnóstico, segundo o modelo médico, é estabelecido em quadros classificatórios das doenças mentais, precisos e exclusivos, organizando síndromes sintomáticas com características específicas. Testes são elaborados para determinar os processos psíquicos subjacentes e tendências patológicas.

Segundo o modelo psicométrico, características genéricas do comportamento humano de ordem genética e constitucional são consideradas imutáveis e identificadas em testes para classificá-las e medi-las.

Já o modelo behaviorista considera o comportamento observável como o único objeto possível se ser estudado pela psicologia.

O maior desenvolvimento dos modelos de psicodiagnóstico deu-se em consultórios privados com clientela socialmente privilegiada.

Os princípios teóricos básicos do diagnóstico psicológico são:

-Processos intrapsíquicos: O paciente faz uso de identificações projetivas patológicas, sentindo que aloja objetos fragmentados dentro de um outro indivíduo, assim como partes de outro indivíduo são sentidas como alojadas dentro da personalidade do paciente.

-Processos de desenvolvimento e maturação: As observações a respeito das diversas etapas da vida são preciosas para diferenciação entre normal e patológico e para construção de teorias, instrumentos de medida e julgamento clínico.

-Processos de dinâmica familiar: O estudo enfatiza a relação precoce entre mãe e bebê, internalização, pela criança, dos pais e as forças externas que operam para criação e desencadeamento de distúrbios.

O informe psicológico deve conter:

-Dados de identificação, para ter uma visão imediata da inserção do indivíduo em seu mundo microssocial;

-Motivos da consulta, contendo as queixas do paciente e familiares;

-Os recursos utilizados, contendo obervações, técnicas e testes;

-Histórico de vida, resumindo os aspectos relevantes para conhecer seu processo evolutivo e estado em que se encontra no presente;

-Dados sobre o grupo familiar;

-Síntese diagnóstica, o que o psicólogo pôde perceber e integrar no contexto como sendo sua compreensão globalizadora do paciente;

-Prognóstico, apontando os recursos emocionais do paciente e do grupo familiar para lidar com as perturbações e suportar os atendimentos requeridos;

-Encaminhamento, contendo informações expressas de modo breve, relacionando-as às entrevistas devolutivas.

O psicodiagnóstico possibilita uma avaliação global da personalidade do paciente, determinação da natureza, intensidade e relevância dos distúrbios, fornecimento de subsídios a demais profissionais, definição do tipo de intervenção terapêutica, prognóstico da evolução terapêutica e pesquisa psicológica.

Assim, as funções do diagnóstico psicológico são de orientação e seleção de problemas de ajustamento, direção de serviços de psicologia, ensino e supervisão profissional, assessoria e perícias sobre assuntos de psicologia.

Entrevista com Neila Fernandes Bruzaferro:

1-  Qual o objetivo do Diagnóstico Psicológico?

Conhecimento do indivíduo através da percepção dos dispositivos pelos quais ele interage com seu mundo interno e com o mundo externo. O uso do seu potencial, mecanismos de defesa, estrutura e dinâmica de sua personalidade.

2-  Quais as etapas e os recursos utilizados?


- Entrevista inicial com a família ou o sujeito;
- Testes de acordo com a demanda;
- Devolução e orientação cabíveis.

3-  Quais os resultados obtidos?


Traçar um prognóstico de vida, aguardar situações de crise, programar um processo de adaptação com o meio, traçar uma perspectiva de um processo terapêutico, reeducação de capacidades inibidas ou prejudicadas.

4-  Qual sua visão crítica ao seu trabalho e ao Diagnóstico Psicológico em geral?


Demorado e dispendioso, é necessário muito estudo, com a prática pode-se abrir mão de determinados instrumentos, porque a visão clínica já embasa suficientemente para o programa de orientação.

Entrevista com Vanessa Campos Santoro:

1-  Qual o objetivo do Diagnóstico Psicológico?

Determinar a estrutura clínica subjacente do sujeito que está sendo testado. Estrutura clínica é o modo particular de funcionamento psíquico de cada pessoa e que vai depender da maneira como cada pessoa vivenciou seu Complexo de Édipo, e consequentemente a Lei. A estrutura clínica nos fornecerá as táticas e estragégias na direção do tratamento.

2-  Quais as etapas e os recursos utilizados?

Fazer uma distinção entre o Psicodiagnóstico infantil e o de adulto. No adulto, a ênfase é dada nas entrevistas preliminares, onde, via linguagem, e na transferência, tenta-se determinar qual a estrutura psíquica do sujeito: neurose, psicose ou perversão. Em caso de dúvidas, pode-se recorrer ao psicodiagnóstico do Rorschach ou ao T.A.T., preferencialmente aplicados por outra pessoa. No caso da criança, os testes psicológicos fazem parte do processo de diagnóstico, pois é mais difícil de se determinar a estrutura psíquica que está se formando. Inicialmente, entrevista com os pais para elucidar o lugar que a criança ocupa nas fantasias do casal, como eles lidam com o sintoma da criança e se esse sintoma tampona alguma verdade não dita nessa família. Segundo, hora de jogo diagnóstico, onde se observa a maneira como a criança se expressa através dos brinquedos. Terceiro, os testes psicográficos: H.P.T., família, desenho livre, Machover e Bender. Quarto, psicodiagnóstico de Rorschach. Quinto, C.A.T. Sexto, entrevista de devolução diagnóstica com os pais, normalmente em duas sessões. Sétimo, entrevista com a criança para situá-la a respeito do seu tratamento.

3-  Quais os resultados obtidos?

Verificar as condições de analisabilidade do paciente, isto é, sua capacidade de simbolização e sua capacidade de transferência.

4-  Qual sua visão crítica ao seu trabalho e ao Dagnóstico Psicológico em geral?

Um saber a priori sobre o paciente ao mesmo tempo que auxilia na determinação da conduta clínica a seguir comporta questões éticas complexas, pois a escuta analítica deve ser preferencialmente isenta de pré-conceitos. Corre-se o risco de se privilegiar, a partir do diagnóstico, os sintomas, quando se sabe que as verdades são sempre semi-ditas. O cuidado com o rótulo é outro ponto. Mas ao mesmo tempo é necessário clarear o terreno onde se está pisando.

Entrevista com Suzana Alamy Reis:

1-  Qual o objetivo do Diagnóstico Psicológico?

Detectar problemas psíquicos que possam estar interferindo na sua conduta dentro do hospital, interferindo no “bom funcionamento” da dinâmica da enfermaria e no seu próprio tratamento médico. Possibilitar um diagnóstico diferencial e um estudo da personalidade do paciente para a escolha do tratamento psicológico adequado.

2-  Quais as etapas e os recursos utilizados?

Acredito que a anamnese diagnóstica é o recurso mais importante, sendo que os testes projetivos são complementares a esta. No caso da Neuropsicologia, são utilizados também os testes cognitivos para verificação das funções superiores que possam estar comprometidas em função de lesões neurológicas.

3-  Quais os resultados obtidos?

Uma impressão diagnóstica, importante para nos ajudar a programar a assistência psicológica a ser dada ao paciente, ajudando-nos a nos conduzir para melhores resultados.

4-  Qual sua visão crítica ao seu trabalho e ao Diagnóstico Psicológico em geral?

O diagnóstico psicológico é a meu ver um instrumento de grande valia nos atendimentos, apontando para resultados mais eficazes. Sem o mesmo, torna-se muito complicado saber qual o procedimento adequado.

Entrevista com Sônia Eustáquio:

1-  Qual o objetivo do Diagnóstico Psicológico?

Levantar todos os dados que correspondem à estrutura psicológica do sujeito, localizando aí a sua demanda dentro do processo de desenvolvimento dele e, com isso, ter dados suficientes para se estabelecer um diagnóstico diferencial.

2-  Quais as etapas e os recursos utilizados?

Diagnóstico Infantil:

- Entrevista com pais ou família (anamnese);
- Aplicação de testes quando a criança tem idade para desenvolvê-los ou observação do comportamento lúdico;
- Devolução com uma hipótese diagnóstica pronta, previsão de prognóstico e estratégias terapêuticas. Na ocasião é colocado o contrato terapêutico e pode se iniciar a orientação familiar.

Diagnóstico de Adultos:

- Entrevista livre;
- Entrevista dirigida (questionários);
- Testes, se necessário – bateria selecionada de acordo com cada demanda;
- Devolução – Hipótese diagnóstica – Prognóstico – Estratégia terapêutica ou programa terapêutico – Contrato.

3-  Quais os resultados obtidos?

O principal resultado é o fornecimento de dados classificatórios ou de diagnóstico que possibilitam o terapeuta propor uma estratégia ou conduta na devolução, que podem ser: apenas um laudo ou relatório, um aconselhamento emergencial (1 ou 2 sessões), propostas terapêuticas variadas.

4-  Qual sua visão crítica ao seu trabalho e ao Diagnóstico Psicológico em geral?

Eu trabalho com diagnóstico em todos os casos que atendo. Hoje tenho um esquema próprio de avaliação de todo o desenvolvimento sexual infantil e adolescente indo até a fase atual do paciente. Com este desenvolvimento passo a pesquisar as possíveis causas dos sintomas apresentados em alguma etapa pesquisada. Oriento-me pelas teorias de desenvolvimento sexual infantil da Psicanálise. Considero o diagnóstico de suma importância. Ele é que vai nos orientar no trabalho a ser desenvolvido. Impossível trabalhar sem ele. Considero importante a sistematização de teorias psicológicas de várias linhas de pensamento, o que nos falta de outras linhas psicológicas, é justamente o que encontramos com fartura na psicanálise. Utilizo Psicanálise para diagnóstico (Freud, Melanie klein), Milton Erickson para tratar (hipnose), e conhecimentos sobre o emprego de medicamentos, diagnósticos e procedimentos de tratamento.

CONCLUSÃO

Após pesquisa em livros sobre Diagnóstico Psicológico em clínicas e entrevistas a quatro profissionais, ctemos uma noção das diversas opiniões a respeito do assunto. Apesar de todos considerarem seu uso importante no tratamento terapêutico, alguns encontram pontos negativos na realização do mesmo, pois consideram o diagnóstico uma rrotulação que pode se restringir aos limites do paciente, sendo que o psicólogo deve levantar hipóteses e acreditar enas possibilidades de mudanças. O Diagnóstico Psicológico é feito em uma situação particular, e o significado de ccada situação é diferente para cada indivíduo.

A validade e importância do Diagnóstico Psicológico vai depender da postura do profissional em relação ao mmesmo e, sendo séria e responsável, possibilitará melhores resultados em sua prática.

Todos os psicólogos consideram o Diagnóstico Psicológico importante e de valor relevante na busca de uma oorientação para um tratamento eficaz e que objetive o bem-estar do paciente. No entanto, seu uso deve ser feito com ccautela para não se correr o risco de tratar o indivíduo pelo nome(rótulo) de seu problema psíquico, ao invés de ttratá-lo pela pessoa que é, com características individuais próprias e uma história de vida única.

Assim, o psicólogo deve escutar o paciente sem pré-conceitos, sem o rótulo do diagnóstico fixo em sua mente, para poder trabalhar suas possibilidades e não correr o risco de enfatizar seus sintomas, limitando-o. Para tal, deverá utilizar o diagnóstico apenas para direcionar o tratamento e saber quais as estratégias mais adequadas a serem usadas.

Importante também é que o processo diagnóstico é contínuo, e deve estar sempre aberto a modificações no decorrer do tratamento, pois o indivíduo está sempre se transformando e gerando transformações no meio que convive.
 

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
- SEMINÉRIO, F. – Diagnóstico Psicológico
- RAPPAPORT, C.R. – Diagnóstico Psicológico – A prática clínica
- ABUCHAEM, J. – O processo diagnóstico no adulto, na criança e no adolescente
- AUGRAS, M. – O ser da compreensão

Tania Montandon
site:  Fragmentário de In§pirações - http://taniart.webs.com/
rede:  Jornal dos Blogs - http://blogsparceiros.ning.com

Comentários

Rosangela Matos
+1 #14 Rosangela Matos 28-10-2010 18:46
Gostei é um texto abrangente e explicita de forma suscinta o tema diagnóstico. Parabéns
Arelte Bistocchi
+1 #13 Arelte Bistocchi 22-01-2010 15:41
Esse texto tem a devida importância, uma parte muito interessante da psicologia e Tania demonstra cada vez preocupação com a psicologia bem aplicada.Parabé ns!
Rosi
+2 #12 Rosi 20-12-2009 11:15
Texto excelente! Credito ser o Diagnóstico Psicológico se suma importância, sim! É ele que deveria nortear o tratamento. Considerações terapêuticas são, oui deveriam ser, conduzidas levando-se em conta esse diagnóstico e todos os dados relevantes que permeia o indivíduo, até mesmo com conhecimento da medicação à que a pessoa faz uso, algo tremendamente negligenciado pela Psicologia.

Adorei Tânia!!!!!!!
nadja
+1 #11 nadja 15-12-2009 20:13
Depois de todos estes comentários fica dificil acrescentar mais alguma coisa, apenas queria dizer que o texto revela profundo conhecimento do assunto. Parabens!
Camila Lima
+1 #10 Camila Lima 15-12-2009 14:03
Oi Tania!
Achei muito bom o seu texto! Suscinto, mas muito rico, explicita e problematiza o tema do psicodiagnostic o, tão importante para os profissionais da saúde. As entrevistas enriquecem a revisão bibliografica ao colocar pontos de vista diversos, o que é muito importante. Esse questionamento acerca do que vem a ser o diagnostico e como pode ser realizado sem perder de vista o sujeito é essencial para que nao se caia no simples emprego de rotulos e estigmas, e como voce bem ressalta, poder trabalhar possibilidades nao apenas enfatizar o sintoma.
Grande abraço
Luciana
+1 #9 Luciana 14-12-2009 14:31
Oi Tânia,
Gostei muito do trabalho, parabéns. Concordo com voce. O diagnóstico serve a uma direção e não ao rótulo.
Um abraço
Guest
+1 #8 Guest 13-12-2009 00:55
Gostei, Tania, parabéns! Um texto bem abrangente, enriquecido pelo depoimento dos profissionais que atuam na área. Já trabalhei, no início da minha vida profissional, com psicodiagnóstic o. Achei válida a experiência, porém depois das formações psicanalíticas, nunca mais o utilizei, considero a análise um processo mais dinâmico, onde se escuta o paciente sem rotulá-lo.
Abraços!
Ana Guimarães
Jorge Sader Filho
+1 #7 Jorge Sader Filho 13-12-2009 00:46
Sou advogado e escritor. Portanto, leigo na matéria que Tania escreveu.
Mas ela fez com tamanho cuidado, que pude chegar ao fim entendendo tudo.
Parabéns!
Beijos.
Dri
+1 #6 Dri 12-12-2009 21:07
Gostei. Achei interessante as entrevistas.
//acm
+1 #5 //acm 12-12-2009 18:09
O artigo deixou claro que o Diagnóstico é uma ferramenta importante no auxílio de um tratamento. Um bom resultado, porem depende ainda de outros parâmetro ligados aos conhecimentos profissionais e capacidade de liderar o tratamento. DESAFIO. Muito bom para discussão.

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