Há uma velha disputa sobre se o Ministério Público é competente ou não para comandar investigações policiais. É claro que é. Só no Brasil se discute o óbvio em função de interesses políticos que se misturam a interesses do crime organizado. Um governador de estado é "comandante em chefe da Polícia Militar", logo dispõe de poder para reprimir manifestações populares, quaisquer que sejam a natureza dos protestos. Professores, estudantes, camponeses, trabalhadores no todo.
Boletins de ocorrência (que registram entre outras coisas ações da PM) são maquiados sempre que isso ou complica a ação policial militar, ou aumenta as estatísticas de homicídios, por exemplo, quando governos querem exibir números irreais e vender à população que o crime está sendo combatido e contido.
O promotor Paulo Roberto Mello Cunha, que atua no caso da juíza, afirmou que as investigações sobre boletins maquiados, entre o período de 2005 e 2011 mostraram pelo menos 56 casos em que esses relatórios que falam de resistência, ou seja, a vítima foi morta por "resistir" a ação policial, e as contradições entre o que escrevem os policiais e as conclusões da perícia pós laudo cadavérico indicam execução sumária. Perto de cem policiais foram denunciados pela juíza em suas investigações sobre esse tipo de prática e isso, num dado momento, resultou em queda de 70% dos relatórios maquiados, pois os policiais sabiam que estavam sendo investigados.
Em Minas, quando era governador Aécio Neves e a prática não deve ter mudado, o atual governador é preposto do ex, as instruções sobre maquiar relatórios para favorecer estatísticas que beneficiassem o governo eram conhecidas de todo, foram denunciadas pela mídia independente e total silêncio da mídia de mercado, toda no bolso do governador.
O julgamento dos assassinos da juíza Patrícia Acioli pode servir para uma discussão pública e ampla da questão de segurança pública, ainda mais levando em conta o banho que o crime organizado tem dado no governo paulista, para citar o principal exemplo, muitas vezes com envolvimento de policiais militares.
A grande vítima disso é o cidadão, o que paga a conta.
Discutir, por exemplo, maior poder dos municípios sobre o assunto com a criação das policiais municipais, o fim das PMs com a estrutura que têm e a criação de policiais civis dotadas de recursos, pessoal e salários capazes de transformarem a ação de governos em real e efetivo combate ao crime. Abrir maiores espaços para o Ministério Público nas investigações e transparência, pois muitas vezes os dados, os fatos, são omitidos da opinião pública com interesses políticos, ou até do próprio crime organizado.
No governo de FHC o ex-presidente falou num Plano Nacional de Segurança pública, nunca saiu do papel, pelo simples fato que nem foi discutido no Parlamento, nem foi levado a opinião pública, restringiu-se a quase tudo que caracterizava o governo FHC, urnas, distante do doutor Gurgel.
O que se vê hoje, levando em conta que vivemos num país capitalista, é o crime alcançando níveis de excelência em sua ação e a instituição Polícia inteiramente despreparada para combatê-lo, ou maquiando relatórios como a PM seja no Rio ou qualquer outro estado.
A juíza foi morta exatamente por isso. Por combater o crime organizado e percebê-lo forte e vivo dentro da Polícia Militar do Rio de Janeiro.
É necessário levar em conta, além de ampla discussão em torno do assunto, que a mídia de mercado sobrevive, entre BBB e JORNAL NACIONAL, ANA MARIA BRAGA, FÁTIMA BERNARDES, etc, das grandes tragédias. Ao transformar o BOPE - BATALHÃO DE OPERAÇÕES ESPECIAIS - em espécie de solução para o combate ao crime organizado, estava e está apenas estimulando a violência, anestesiando a população para que aceite como normais práticas brutais de tortura, de execução sumária de criminosos e inocentes, as tais "balas perdidas".
Em determinados pontos do País, metrópoles como São Paulo, ainda que sem um acordo (que pode existir) escrito, especulação imobiliária e polícia andam de mãos dadas, vale dizer governos. É só lembrar Pinheirinhos.
Breve, cobrança de pedágio até para o trabalhador sair de casa, tamanha a força do crime organizado, seja pelo descalabro das políticas de segurança pública, ou por crimes como esse, contra a juíza Patrícia Acioli.
A decisão da cúpula do PCC já está valendo e deve diminuir a tensão nos presídios paulistas, evitando os danos temidos pelo grupo.
Empresas que operam no mesmo ramo e atuam em outros estados da Federação devem adotar medida semelhante.
Uma preocupação a menos para o atrapalhado governo paulista sob a batuta de Geraldo Alckmin, funcionário da carreira da organização OPUS DEI, um dos mais fortes e poderosos grupos a agir em defesa dos rituais, procedimentos, etc, etc, da Idade da Pedra Lascada.
As declarações do papa Bento XVI condenando o capitalismo devem ter algo a ver com essa decisão e logo o padre Marcelo Rossi vai estar lançando "crack não". Sucesso editorial com certeza.
O mesmo se pode esperar de importantes líderes do mundo do negócio religioso, os bispos Edir Macedo, Silas Malafaia e aquele que venceu tubarões e tsunamis para trazer a mensagem divina através de travesseiros vendidos a 300 reais, o bispo Valdemiro.
Não se sabe se a bispa Sônia Hernandes vai seguir a mesma tendência que o PCC acaba impondo ao mercado das ilusões e da barbárie, lançando o kit "livre-se do crack".
Essa decisão ainda acaba dando em Nobel da Paz.
A reação dos produtores de crack ainda não foi sentida, mas com certeza virá. Isolados, devem procurar apoio na bancada dos latifundiários.
Não significa que a venda de crack não vá continuar sendo feita em lojas, quiosques, becos, etc, pelo PCC. Significa que nos presídios não pode ser usado. As sanções para os transgressores são rigorosas.
A Bolsa de Valores de São Paulo deve refletir a medida em seus pregões nos próximos dias. Maconha, cocaína, heroína e ecstasy devem produzir alta surpreendente no mercado.
Uma associação de produtores, o que é proibido por lei, a formação de cartéis, não está descartada. As leis no Brasil valem para alguns e não valem para outros. Aí vai ficar a critério do ministro Joaquim Barbosa, principal dentre os paladinos da ordem. Uma espécie de grupo de Templários do século XXI, mas com toga, sem lanças e espadas em defesa da fé.
E da democracia é bom não se esquecer.
O mundo dos negócios teme baixa, mas nas ações da realeza britânica. Desde que o príncipe Harry foi fotografado nu em Lãs Vegas ao lado de uma dançarina nua, há preocupações do Partido Conservador e do primeiro-ministro David Cameron.
Essas preocupações se agravaram com as declarações de Gulbuddin Hekmatyar, ex-primeiro-ministro do Afeganistão, e conhecido como "senhor da guerra". Segundo ele "Harry é um chacal bêbado que mata inocentes no Afeganistão". A notícia foi publicada pelo THE DAILY TELEGRAPH.
Comentando um ataque de um grupo Mujahedin à base onde Harry brinca de soldado disse"que o príncipe viu que ele será o único a ser caçado e procurou um buraco para se esconder".
"Parece que as autoridades britânicas ainda sonham com os tempos do século XVIII e XIX e querem que seu embaixador seja tratado como um vice-rei e que seu príncipe saia de uniforme para caçar seres humanos e desempenhar o papel satânico que eles costumavam desempenhar no passado".
Boa parte da heroína que abastece o mercado mundial do produto vem do Afeganistão e grandes empresas norte-americanas e britânicas operam o negócio, um dos mais lucrativos do mundo.
No chamado mundo dos negócios legalizados o Brasil teve o seu pior resultado desde 2002, último ano do descalabro FHC. O saldo da balança de pagamentos foi da ordem de 19 bilhões de dólares, 35% a menos que o saldo de 2011.
Não procede, pelo menos por enquanto, a notícia que o gestor de finanças do PCC possa substituir o ministro da Fazenda, Guido Manteca e nem que o chanceler Anthony Patriot e o "especialista" Wellington Moreira Moreira Franco, respectivamente Relações Exteriores e Assuntos Estratégicos se preparem para deixar o governo. O que se sabe é que é alto o prestígio de Paulo Maluf na hostes petistas, pelo menos em São Paulo, matriz dos dois principais partidos políticos do País, PT e PSDB, mas quem vai pagar o pato é o deputado José Genoíno que não tem nada a ver com esse monte de trapalhadas ou equívocos empresariais.
De qualquer forma aguarda-se um pronunciamento do mercado financeiro sobre a decisão do PCC e o crack nos presídios.
Al Capone se estrepou quando seu contador abriu a boca. É pouco provável que Anastásia faça isso, os benefícios que cercam a entourage são grandes e ainda agora a CEMIG - CENTRAIS ENERGÉTICAS DE MINAS GERAIS - vai distribuir bilhões em dividendos aos seus acionistas. Em tese a empresa é estatal, na prática, a privatização suspensa no governo Itamar Franco ganhou foros extra-oficiais nos contratos secretos com grupos japoneses. Um processo de liquidação da CEMIG.
Foi criada no governo de JK, eleito em 1950, empossado em 1951 e governador até 1955, quando se desincompatibilizou para ser candidato a presidente da República.
Aécio transita hoje entre os grandes grupos econômicos nacionais e internacionais, já esteve com os donos do mundo em New York levado pelas mãos de Ciro Gomes (2010) e até agora é o preferido de FHC para disputar com Dilma as eleições presidenciais de 2014.
Com ou sem teste de bafômetro. Com ou sem Luciano Huck como candidato a vice-presidente. E na expectativa de uma aliança com Eduardo Campos, governador de Pernambuco e grande incógnita da política brasileira em nossos dias. Não pelo peso, mas tamanho desproporcional das pretensões.
Como Aécio é só neto. Nem um é Tancredo e nem outro é Miguel Arraes. São dinastias que nem sempre representam seus fundadores.
Os pouco mais de 3 bilhões que o Conselho de Administração da CEMIG aprovou para pagamento de remuneração a acionistas (1,6 bilhão referentes a dividendos extraordinários e 17, bilhão a juros sobre o capital próprio) refletem a revolta com a decisão da presidente Dilma Roussef e baratear o custo da energia e, ao mesmo tempo, acelerar o processo de privatização completa da empresa.
Foi decidido no governo Eduardo Azeredo, sustado pelo governador Itamar Franco e acordado entre Aécio e os grupos japoneses num processo que corre em sigilo. A decisão de Dilma só fez a turma apressar para salvar os anéis e que belos anéis, antes da entrega ao capital estrangeiro em caráter definitivo.
Os dividendos correspondem a R$ 1, 876 por ação e serão pagos em duas parcelas. A primeira, de R$ 1,2 bilhão, o equivalente a R$ 1, 407 por ativo, será paga até 15 de janeiro. O pagamento da segunda, de R$ 400 milhões, sendo R$ 0, 469 por ação, ocorrerá até 30 de junho.
Decisões como essa são tomadas com freqüência em períodos de feriados prolongados, ou festas que se emendam (fim de ano), o propósito é evitar reações desfavoráveis ou mostrar, expor, a grande jogada, que, na prática, num estado falido - Minas Gerais - falido.
Ao contrário da tendência do cassino Bolsa de Valores as ações ordinárias da CEMIG abriram, no dia 26, com alta de 4,95% enquanto a tendência do cassino registrava uma queda no índice principal da ordem de 1,10%.
Para garantir o esquema o governo de Minas vai pagar nos próximos dias uma dívida bilionária com a CEMIG, que, segundo o secretário adjunto da Fazenda é da ordem de 350 milhões de euros e já "estão sendo internalizados". Mais ou menos internar Minas num CTI onde as esperanças se reduzem a zero. Há uma semana o governo transferiu para a empresa 450 milhões de dólares, financiando obtido junto ao Banco Mundial - dívida que será paga pelos mineiros - e em janeiro chega a maior parcela dos financiamentos para "para acertar as contas com a empresa".
As informações são do secretário adjunto da Fazenda, Pedro Meneguetti.
Todas essas peripécias vão proporcionar um ano novo próspero a feliz a acionistas da CEMIG, uma baita dívida acrescida ao que já devem os mineiros e coloca o estado em regime de falência absoluta.
Qual vai ser a mágica para tocar o barco até as eleições de 2014 não se sabe. Mas na cartola de Aécio, do seu contador Antônio Anastásia, vai sempre existir um truque capaz de arrastar o doente em estado terminal a um ponto qualquer, onde possam apresentar um cadáver insepulto e transformá-lo em vivo exemplo de progresso.
Que o digam as goteiras e rachaduras do centro administrativo construído por Aécio para ser o centro administrativo de Minas e a grande pirâmide de um faraó que não se sustenta no teste do bafômetro.
É o descalabro Aécio, quer ser presidente, é a falência de um dos mais importantes estados da nossa Federação.
Quem sabe o procurador Gurgel e Joaquim Barbosa não tomam uma providência?
Se viu na contingência de aprovar reformas constitucionais que nada tinham a ver com a história de seu partido, a sua história, os compromissos assumidos em praça pública. Transferiu o esquema de alianças de FHC para seu governo e vive a situação de ter sido pego pelo pé na armadilha tucana que é apenas a reação dos setores mais retrógrados da sociedade brasileira a qualquer avanço, nem que seja acréscimo de centavo ao ganho da classe trabalhadora.
Hugo Chávez começou sua carreira política com uma insurreição contra o governo de Carlos André Perez, em 1992. Tenente coronel do exército, à frente de 300 seguidores tenta depor o governo de Perez que, em seu segundo mandato, anuncia medidas neoliberais rechaçadas pela população em grandes manifestações públicas.
Lula nasceu no sindicalismo.
O venezuelano passa dois anos na cadeia e no governo de Rafael Caldera, com os partidos e instituições venezuelanas falidos, funda um movimento político e é eleito presidente, em 1998 e assume o governo em 1999, promovendo a ruptura com o velho modelo que há quarenta anos se mantinha intocado (desde a derrubada de Perez Jimenez) numa espécie de revezamento entre os dois principais partidos do país.
Convoca um referendo para definir uma nova constituição, vence com mais de 70% dos votos, elege 120 de 131 constituintes, extingue o Senado, tem a constituição aprovada por um percentual também superior a 70% e se reelege presidente da República, dando início a políticas de implantação do que chama "movimento bolivariano", ou o "socialismo do século XXI".
Enfrenta um golpe de estado em 2002. É preso numa quinta-feira, no domingo retoma ao palácio do governo com milhões de venezuelanos exigindo nas ruas sua volta e enfrentando os golpistas sob comando de Washington. O documentário A REVOLUÇÃO NÃO SERÁ TELEVISIONADA exibe cada detalhe desses quatro dias e mostra a descarada intervenção dos EUA. E sua cumplicidade com as elites e a mídia de mercado venezuelana.
De volta ao poder submete-se a um referendo sobre seu governo em agosto do mesmo ano, 2002, vence por maioria absoluta, o que leva Jimmy Carter (ex-presidente dos EUA) a declarar na condição de observador das Nações Unidas que "é, os venezuelanos querem Chávez".
Reeleito sucessivamente para a presidência o tenente coronel Hugo Rafael Chávez Frias torna-se o centro político da resistência latino-americana (notadamente dos países sul-americanos) às políticas colonialistas dos EUA.
Erradica o analfabetismo, implanta um programa de moradias populares, leva saúde de boa qualidade à população de baixa renda (com auxílio do governo de Cuba do qual se aproxima e se torna o principal aliado na América Latina), promove a reforma agrária e transforma a principal riqueza venezuelana, o petróleo - o país é um dos maiores produtores mundiais - em instrumento de justiça social.
Lula, ao contrário, deixa de lado os compromissos, a história, alia-se a figuras como José Sarney, inventa uma fórmula absurda de "capitalismo a brasileira", equilibra-se em alianças com latifundiários, ignora a corrupção no governo FHC, não toca nas privatizações, cria um "coronel" eleitoral o programa Bolsa Família, com freqüência liga a seta do governo para a esquerda e vira à direta, assenta-se em seu carisma e cumpre dois mandatos de presidente sem que as estruturas políticas e econômicas do País tenham sido sequer tocadas de leve.
Nesse equilibrismo elege a economista Dilma Roussef para sua sucessora (escolha por exclusão) e se vê às voltas com denúncias (sem análise de mérito) partidas dos mais variados setores das elites políticas e econômicas do Brasil, todas veiculadas pela mídia de mercado (monopólio no qual não tocou, ao contrário de Chávez que enfrentou o desafio), neste momento é o alvo principal dos setores mais atrasados que se conhece em nosso País e todos, curiosamente, a exceção da mídia, aliados do governo Dilma Roussef em sua chamada base parlamentar.
A crise econômica ronda o País, já estamos vendendo commodities, as políticas de arrocho salarial são marcas de Dilma, sustenta-se a presidente na esteira do prestígio de Lula, a fantasia vendida em forma de Bolsa Família e num governo confuso, em que idas e vindas reforçam o tecnicismo de suas decisões e a crueza de suas políticas econômica e social.
Um câncer colocou Lula em risco. Um câncer ameaça Chávez reeleito em meses passados para um novo mandato. Está em Cuba para uma nova cirurgia.
O futuro do Brasil? São mínimas as diferenças entre Dilma e qualquer líder tucano, Aécio por exemplo, no caso de uma volta dos tucanos ao poder. Marchamos para um sistema em que dois partidos dão mostras que vão dividir o poder enquanto puderem sem tocar na essência dos problemas que afligem o Brasil e os brasileiros e nos tornam cada vez mais dependentes de tudo.
Chávez?
A América Latina aguarda o desfecho de todo o processo que abala a saúde de Chávez com a certeza que ali está a saúde da América Latina e particularmente da América do Sul.
A Venezuela hoje ocupa a liderança indiscutível de uma América Latina livre e soberana, capaz de andar pelas próprias pernas. O Brasil é apenas parte do plano GRANDE COLÔMBIA, processo de recolonização posto em prática pelo capitalismo.
Nada mais que um entreposto desse sistema.
Lula mergulha em denúncias que reais ou não são produto de suas debilidades, de seus malabarismos, de sua ruptura com a história de seu partido, de seus compromissos, de sua história. Vai sendo apagado no Brasil a despeito do esforço para se mostrar sobrevivente e capaz de influir em decisões capitais, mas à custa de alianças com figuras abomináveis como Paulo Maluf.
Chávez é a esperança que a América Latina e os governos livres dessa parte do mundo (Rafael Corrêa no Equador. Cristina Kirschner na Argentina. Evo Morales na Bolívia. Raul Castro em Cuba. Pepe Mujica no Paraguai) não sejam engolidos como foram Manoel Zelaya em Honduras e Fernando Lugo no Paraguai.
É diferença entre um e outro. Entre a fidelidade aos compromissos políticos e o equilibrismo de um País, o Brasil, que começa a beirar a falência absoluta de suas instituições e entrar na zona de risco dos golpes brancos, a nova moda do capitalismo para impor seu modelo cruel e perverso. A barbárie agora vem via mídia, mas se preciso for, vem via drones.
Chávez manteve e fez crescer sua estatura. Lula apequenou-se.
Para que possamos manter nossa total liberdade que atingimos vamos solicitar aos nossos colunistas,
colaboradores, leitores e amigos uma colaboração para fazer face as despesas com hospedagem,
que têm aumentado devido ao grande número de acessos.
Clique no botão abaixo e doe qualquer quantia com total segurança.
Gratitude, Jose Milbs editor