Dengue

Brasil quantifica variação climática e aumento da dengue

10 Janeiro 2013
por Fabiana Frayssinet, da IPS
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dengue Brasil quantifica variação climática e aumento da dengueRio de Janeiro, Brasil, 8/1/2013 – Já é do conhecimento popular que o mosquito transmissor da dengue precisa de calor e água limpa parada para se reproduzir. Contudo, agora um estudo conseguiu medir no Brasil a relação entre o aumento de chuvas e de temperatura com o risco de epidemia na cidade do Rio de Janeiro.

A pesquisa da Escola Nacional de Saúde Pública, divulgada na revista Cadernos de Saúde Pública, avaliou a relação entre variações climáticas e o risco de dengue. Os resultados indicaram que, entre 2001 e 2009, a elevação da temperatura mínima em um mês provocou aumento de 45% nos casos de dengue no mês seguinte no Rio de Janeiro. A elevação de dez milímetros na quantidade de chuvas também esteve relacionada com a alta de 6% nos casos dessa doença viral aguda.

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própolis é fármaco natural contra a dengue

12 Março 2009
Gilvan Barbosa Gama
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Sendo um estudioso das febres tropicais, é meu dever de ofício, alertar a toda região sudeste do Brasil mais o Estado da Bahia, sobre o risco eminente de um surto de dengue severa que poderá ocorrer no alto verão de 2009. Não é minha intenção alarmar nem ser arauto de catástrofe, porém afirmo por experiência própria, que as temperaturas anormais para a época e as chuvas atípicas para o fim de estação, me levam a crer que os mosquitos darão muito trabalho à saúde no verão. Todo o ano nesta época, a história se repete: Verba oficial vem para o combate ao mosquito.
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Solução caseira contra a dengue

26 Fevereiro 2009
Maurício Oliveira
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A água sanitária é uma importante aliada das famílias brasileiras no combate à dengue. 10 ml de água sanitária diluídos em cada 1 litro de água são o suficiente para matar todas as larvas do Aedes aegypt em 24 horas, de acordo com pesquisas desenvolvida pela ESALQ/USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz) a pedido da Abiclor (Associação Brasileira de Indústrias de Cloro, Álcalis e Derivados). Ela pode ser despejada em pias, ralos e calhas.

A solução também pode ser usada na limpeza da casa, em vasos e outros objetos que acumulam água, e também na irrigação de plantas como as bromélias, pois não é prejudicial. Tendo em vista que a água sanitária é um produto acessível à população, inclusive de baixa renda, ela pode ser mais uma "arma" para conter a alta incidência da dengue no País. 

O verão é o período do ano mais vulnerável à transmissão da dengue. Nessa época de altas temperaturas e chuvas intensas, é imprescindível uma atenção redobrada quanto à eliminação dos criadouros do mosquito transmissor. Outro fator que contribui para o surgimento de novos casos são as viagens de férias escolares e o Carnaval, quando então as pessoas contraem a doença e trazem para o local (município) de origem.
 

DENGUE – Aceitar ou lutar?

30 Julho 2008
Geraldo Siffert Junior
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Fui professor do Curso de Mestrado em Gastrenterologia da Universidade Católica aqui do Rio de Janeiro e dou aula sobre dengue, por esse motivo, vislumbrando a magnitude da epidemia que virá no início de setembro, apresento algumas sugestões práticas e possíveis par contornar esse problema de tão grande importância.
(1) Só combater água parada é totalmente insuficiente, pois a totalidade desse foco é quase inatingível pelo cidadão. Há água parada até nas folhas, nos telhados, nos muros altos etc. Para confirmar o que digo, no Rio, esta foi a única medida proposta pelas autoridades e o avanço da dengue só parou porque o tempo esfriou.
(2) Importantíssimo é isolar o paciente com dengue. Uso obrigatório de cortinados. Constatamos que em todas as famílias havia mais de um caso, pois o mosquito está presente e passa de uma pessoa para outra, obviamente.
(3) A aspersão de inseticidas (fumacê) é essencial. Todos os maiores condomínios do Rio de Janeiro adotaram esse procedimento e a incidência de dengue foi desprezível. Nos países mais ricos a aspersão se faz com helicópteros para se conseguir atingir lugares menos expostos. Como não tem sido usado esse recurso, as pessoas devem borrifar inseticidas comerciais em suas casas, duas vezes por dia.
(4) Para baratear essa prática, sugeri que se adaptasse a aparelhagem borrifadora nos tetos dos caminhões de lixo. Com isso teríamos muita economia, pois as despesas de combustível e pessoal já estão incluídas nas devidas receitas, além de atingirmos todos os recantos da cidade.
(5) Como a hidratação é a base do tratamento, deve haver uma grande campanha informativa no sentido de se consumir muita água ou líquidos. Paciente bem hidratado sofre muito menos. Soro caseiro é muito bem vindo.  Nesse aspecto lamentamos profundamente idéia que tiveram alguns indivíduos de pedirem as crianças para, nesse calor absurdo, usarem calças compridas para evitar a picada. Calor e calça comprida só aumentam a desidratação.
(6) Uso de repelentes é obrigatório, principalmente em crianças, especialmente nas pernas.
(7) Solicitar às pessoas que tiveram dengue que redobrem seus cuidados, pois uma reinfecção poderá ser fatal


Geraldo Siffert Junior - Médico - Rio de Janeiro
Rua Santa Luzia 799-1303 - Cinelândia-Rio-RJ
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Armadilha caseira contra Aedes aegypit

18 Junho 2008
O Rebate
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A "mosquiteca" foi inventada por um professor da UFRJ (MAULORI CABRAL) em parceria com biólogos da Fiocruz. Foi testada por eles e realmente funciona.
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