Um miúdo estava a brincar no apartamento com um balão de festa de anos.
Chutava para cá, chutava para lá, até que o balão acabou por entrar no banheiro e foi cair justamente dentro da privada.
Ele chegou, espreitou lá para dentro, viu o balão molhado, ficou com nojo e deixou-o ali mesmo.
Pouco tempo depois o seu pai entrou apressado para se 'desocupar' e sentou-se na privada sem notar o balão. O almoço tinha sido muito pesado, e após ficar bem aliviado, olhou como era hábito, para dentro da privada e ficou horrorizado com o espectáculo.
As suas fezes, muito moles, tinham coberto o balão e a impressão que se tinha era de um imenso, um absurdo, um gigantesco bolo fecal! Sem acreditar naquilo, começou a ficar muito branco, e dali mesmo ligou pelo celular, para um seu amigo que era médico:
- Miguel, acho que devo estar com algum problema sério ! Enchi a privada de merda. Nunca vi tanta merda assim na minha vida!... está quase a extravasar!
- Oh Anselmo, com certeza que estás a exagerar!
- Qual exagero, qual quê !!! Estou no banheiro a olhar para este 'merdel' todo, agora! Isto é um absurdo! Estou muito doente!!!
- Bom, eu já estava de saída do consultório. Aproveito e passo aí que é a caminho de minha casa!
O médico chega e vai directo ao amigo, que estava à espera à porta do banheiro.
- Olá, Anselmo, ora vamos lá ver isso que vo............ CÉUS!!! O que é isto??? Que é que tu comeste, criatura???
- Eu não disse?! Agora acreditas?!
- Isto é incrível !
- Então, será que tenho algum problema sério?!
- Olha, o melhor é levar uma amostra disto e mandar para análise!
O médico saca de uma pequena espátula e um frasco esterilizado da sua maleta e quando espeta o 'bolo' para retirar uma amostra do material............
BUMMM!!!!!!!!!!! O balão estoura e voa merda para todo o lado !
Seguem-se instantes de absoluto silêncio.
Os dois amigos, completamente cagados, olham-se.
Estupefacto, o médico berra:
- Put... que pariu isto !!!! Achava eu, em 30 anos de medicina que já tinha visto de tudo, mas um peido com casca, NUNCA !!!
Apesar de viverem na abundância, as coisas não corriam bem entre o marido e sua jovem mulher.
Na verdade, ela estava convencida de que ele andava metido com a Janete, bonita empregada da casa.
Então resolveu preparar uma armadilha pra pegar o marido no flagra. Dispensou a empregada no fim de semana e não contou ao marido.
A noite, quando iam pra cama, o marido contou a mesma velha história:
- Desculpe, minha querida, mas estou mal do meu estomago outra vez. Vou tomar um ar e já volto.
Ele então rumou em direção ao banheiro. A mulher saiu rápido pelo corredor, subiu as escadas e deitou-se na cama da empregada.
Mal ela tinha apagado a luz, veio ele, em silêncio.
E, sem perda de tempo, saltou para a cama e fez amor com ela com toda a fogosidade. Ambos gemiam de
prazer. Quando terminaram, a mulher disse, ainda ofegante:
- Você não esperava me encontrar nesta cama, não é querido?
E ligou a luz.
- Sinceramente, não, minha senhora, disse o jardineiro !!!!!
VIU COMO É SAUDÁVEL NÃO FAZER PRÉ JULGAMENTO?!?!?!??! PRINCIPALMENTE COM UM MARIDO FIEL COMO ESTE.
Uma garotinha perguntou:
- Mamãe, posso levar nossa cachorrinha para andar em volta do quarteirão? A mamãe respondeu: -Não, porque ela está no cio.
- O que é isso? perguntou a menininha.
- Vá perguntar a seu pai, ele está na garagem.
A garotinha foi até à garagem e disse:
- Paizinho, posso levar a LulaBelle para uma volta no quarteirão? Eu pedi à mamãe, mas ela disse que a cachorrinha está no cio, então eu vim falar com você.
Papai disse:
- Traga a LulaBelle aqui.
Ele pegou uma estopa, embebeu-a em gasolina e esfregou as costas da cachorrinha com a estopa a fim de disfarçar o cheiro, e disse:
- Tudo bem, pode ir, mas mantenha LulaBelle na coleira e só dê uma volta em torno do quarteirão.
A garotinha saiu e voltou poucos minutos depois sem a cachorrinha na coleira.
Surpreso, Papai perguntou:
- Onde está a LulaBelle?
A garotinha disse:
- Acabou a gasolina dela na metade do quarteirão, por isso tem um cachorro empurrando ela até nossa casa.
- Padre, perdoe-me porque pequei (voz feminina)
- Diga-me filha - quais são os teus pecados?
- Padre, o demônio da tentação se apoderou de mim, pobre pecadora
- Como é isso filha?
- É que quando falo com um homem, tenho sensações no corpo que não saberia
descrever...
- Filha, apesar de padre, eu também sou um homem...
- Sim, padre, por isso vim confessar-me com o senhor.
- Bem filha, como são essas sensações?
- Não sei bem como explicá-las - neste momento meu corpo se recusa a ficar
de joelhos e necessito ficar mais à vontade.
- Sério??
- Sim, desejo relaxar - o melhor seria deitar-me...
- Filha, deitada como?
- De costas para o piso, até que passe a tensão...
- E que mais?
- É como um sofrimento que não encontro palavras.
- Continue minha filha.
- Talvez um pouco de calor me alivie..
- Calor?
- Calor padre, calor humano, que leve alívio ao meu padecer...
- E com que frequência é essa tentação?
- Permanente padre. Por exemplo, neste momento imagino que suas mãos
massageando a minha pele me dariam muito alívio...
- Filha?!
- Sim padre, me perdoa, mas sinto necessidade de que alguém forte me aperte
em seus braços e me dê o alívio de que necessito...
- Por exemplo, eu?
- Sim padre, você é a categoria de homem que imagino poder me aliviar.
- Perdoa-me minha filha, mas preciso saber tua idade...
- Sessenta e dois, padre.
- Filha, vai em paz que o teu problema é reumatismo.
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O Leitor escreve